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Motim no forte Coimbra



Às oito horas da noite, de 26 de fevereiro de 1831, amotina-se a guarnição de Coimbra, depondo o comandante, que é mandado preso para a localidade de Albuquerque.¹ A rebelião teria sido chefiada por elementos nativistas, que agiam em todo o Estado contra o predomínio político e econômico dos portugueses ou adotivos, desde a proclamação da independência em 1822, acentuando-se em 1931, com a abdicação de D. Pedro II. No mesmo ano houve manifestações semelhantes em guarnições militares de Casalvasco, forte Príncipe da Beira, Vila Maria e Cuiabá.² A Rusga, em Cuiabá, a 30 de maio de 1834 com dezenas de mortes, foi o ponto culminante do movimento.
 


FONTE: ¹Estevão de Mendonça, Datas Matogrossenses, (2a. edição) Governo de Mato Grosso, Cuiabá, 1973, página 108; e ²Walmir Batista Correa, História da violência em Mato Grosso, 1817-1840, Editora UFMS, Campo Grande, 1997, página 53.

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